Mas
agora não vou explicar isso, pois o assunto que venho tratar hoje é mais
importante!!!
Tenho
certeza, que muitos vão se identificar.
Não
sei vocês, mas eu sou uma pessoa altamente sensível!!!
Eu
fui uma criança sensível, uma aluna sensível, uma filha sensível, uma neta
sensível, uma sobrinha sensível, uma irmã sensível, uma tia sensível, uma amiga
sensível, uma namorada sensível, uma esposa sensível, uma nora sensível, uma
cunhada sensível, uma paciente sensível, uma cliente sensível, uma profissional sensível, uma vizinha sensível... E isso é interminável! Parece que agora encontrei as respostas que tanto procuro.
Junto com ele vem o cansaço, a falta de vontade, o desinteresse, a dor no peito e muita tristeza por tudo isso.
No inverno eu culpo os dias nublados e agora ponho a culpa em quem?
Olho ao redor e vejo TUDO! Tudo o que preciso eu fazer, o que tenho que fazer e o que eu gostaria de fazer, mas nada faço. Continuo aqui parada me sentindo uma droga!
Parada em termos porque pelo menos estou escrevendo. Não sinto necessidade de ficar conversando ou desabafando com pessoas, não posso dizer que não converso porque falo com meus cachorrinhos o dia todo. Escrever tem me ajudado muito, faz com que eu me conheça melhor e perceba mais coisas, faz com que o pensamento crie forma e vá se desenvolvendo mais lentamente e com mais detalhes e consigo organizar melhor as coisas aqui dentro. Cada louco tem sua mania não é mesmo?
Este é um dos motivos que me levaram a criar um blog. Porque tenho que descartar o que estou escrevendo? Talvez possa ser útil a alguém. Estou em expondo? Claro! Mas não tenho nada a esconder. Muitas vezes tenho que pensar bem sobre o que estou escrevendo e ter certos cuidados porque não posso e não quero prejudicar outras pessoas.
Só não sinto desânimo aqui na frente desta telinha. O computador foi meu grande companheiro nas horas em que tive muita dor e sofrimento na pior fase que passei com a fibromialgia, sem ele eu teria enlouquecido.
Esse desânimo que sinto é terrível. Geralmente acordo pela manhã super animada, hoje vou fazer isso, aquilo e aquilo outro. Vou ao banheiro, tomo o meu café, alimento meus cãezinhos, rego as plantas e nesse meio tempo toda aquela vontade tão necessária para mover uma pessoa, desaparece, ando pela casa tentando encontrar algum animo, mas é em vão, pego uma coisa, largo, pego outra e largo também, olho para tudo e desanimo ainda mais.
O que eu tenho feito é não ficar me cobrando muito porque se eu fizer isso passo a me sentir pior do que já me sinto.
Apesar de tudo, sou uma pessoa afortunada, posso ir ao supermercado e comprar as coisas de que preciso só que não tenho vontade, tenho dois cãezinhos lindos que fazem o maior sucesso na rua, mas não tenho vontade de sair, nada me impede de ir ao salão fazer as unhas, mas não tenho vontade, aliás, minha vaidade foi para o espaço, sei que preciso sair para caminhar, mas não tenho vontade, eu poderia ir ao shopping comprar uma roupa nova ou um sapato, mas não tenho vontade e assim é.
Não tenho vontade! Muitos podem me dizer que esta vontade está dentro de mim, certamente ela está, mas em algum lugar inacessível.
Algumas vezes eu procuro pelo entusiasmo de outras pessoas para tentar me contagiar e ser feliz e normal por pelo menos algum tempo.
Não se contaminem com o meu desânimo e desejem nunca senti-lo.
Sem tudo
Sem vontade, sem finalidade, banalidade
Sem desejo, sem ensejo, bocejo
Sem querer, sem prazer, pesar
Sem vaidade, sem deidade, verdade
Sem zelo, sem apelo, anseio
Sem viver, sem mover, desvanecer
Sem disposição, sem satisfação
Sem ação, sem criação
Sem nada
O texto acima, inclisive esta poesia primitiva, são de minha autoria.
Se desejarem ler boas poesias é só dar uma espiada aqui:
Resiliência é um conceito oriundo da física, que se refere à propriedade de que são dotados alguns materiais, de acumular energia quando exigidos ou submetidos a estresse sem ocorrer ruptura.
A psicologia tomou essa imagem emprestada da física, definindo resiliência como a capacidade do indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão
de situações adversas - choque, estresse, etc. - sem entrar em surto psicológico.
Andei lendo um pouco sobre a tal resiliência e descobri que em algum momento e em algum lugar eu a perdi!
O estresse nunca me afetou tanto como agora, sinto que conforme os anos vão passando, vou ficando mais covarde e mais sensível, deveria ser o contrário, a experiência adquirida deveria me tornar mais forte.
Eu tinha a impressão de que me tornei mais vulnerável por causa da depressão, mas conforme fui lendo sobre a resiliência cheguei à conclusão de que posso ter adquirido a depressão por estar com baixo grau de resiliência e certamente a fibromialgia veio como conseqüência. É claro que a fibromialgia não surgiu do nada, depois de passar por situações difíceis que me deixaram bem abalada, fui para o fundo do poço e depois disso desenvolvi esta síndrome.
Resiliênte é o que não tenho sido ultimamente! Resiliência é a capacidade humana de vencer as dificuldades por mais traumáticas que sejam. É a capacidade de adaptação, recuperação e flexibilidade, é a habilidade de reagir positivamente e com equilíbrio quando exposto ao estresse, adversidades sucessivas, pressão e etc... Também é a capacidade de encontrar seus próprios recursos para sair fortalecido das adversidades.
Uma pessoa resiliênte não é invulnerável, ela só não se abate. Ela tem a capacidade de se reerguer depois de passar por experiências difíceis, de garantir a sua integridade em momentos críticos, de se adaptar ás situações impostas e utilizar as experiências difíceis como aprendizado para reverter as situações a seu favor.
Segundo o que li, ser resiliênte é olhar para os fatos em si, sem se deixar levar pelas emoções causadas por eles. Nesta fase da minha vida não tenho reagido desta forma, já andei melhorando muito, mas preciso mudar muitas coisas ainda. Não é um passo fácil e sei que não vou conseguir um resultado imediato, vai ser um caminho bem longo e cheio de adaptações que em alguns momentos darão certo e em outros não.
Dizem que qualquer pessoa pode se tornar resiliênte descobrindo novas formas de lidar com a vida e é isso que preciso fazer. Preciso mudar meu pensamento, meu estado de espírito, minhas ações e meu comportamento perante as dificuldades e aprender a superá-las sem me abalar tanto.
Uma pessoa resiliênte sabe administrar as emoções e tem a habilidade de se manter calma sob pressão, sabe controlar seus impulsos para não agir impulsivamente, tem um comportamento otimista sentindo que as situações ruins e difíceis futuramente irão mudar para melhor, sabe analisar o ambiente e identificar as causas dos problemas e adversidades, é auto-confiante, têm empatia e consegue perceber os estados emocionais e psicológicos das outras pessoas e consegue se conectar melhor com os demais facilitando assim a solução dos problemas.
Essa é a descrição de uma pessoa resiliênte. Parece perfeita, não é? Será que é possível ser assim? Não sei, mas vou tentar me aproximar ao máximo disto sem me tornar algo que não saberei reconhecer, ou seja, sem me tornar uma pessoa fria e calculista!
O Texto acima é de minha autoria.
Em vários sites que andei lendo encontrei uma comparação interessante:
”O equilíbrio humano é como a estrutura de um edifício. Se a pressão for maior que a resistência, aparecerão rachaduras, como doenças psicossomáticas”.
Encontrei também esta frase:
“O problema não é o problema. O problema é sua atitude com relação ao problema.”(Kelly Young)
No site abaixo, tem boas dicas para se tornar resiliênte:
Existe dois tipos de indivíduos, aqueles que nascem e os que se tornam resilientes.
Todos nós podemos nos tornar resiliêntes. Seguem algumas dicas:
- Mentalizar seu projeto de vida, mesmo que não possa ser colocado em prática imediatamente. Sonhar com seu projeto é confortante e reduz a ansiedade.
- Aprender e adotar métodos práticos de relaxamento e meditação.
- Praticar esporte para aumentar o ânimo e a disposição. Os exercícios aumentam endorfinas e testosterona que, conseqüentemente, proporcionam sensação de bem-estar.
- Procurar manter o lar em harmonia, pois este é o "ponto de apoio para recuperar-se".
Eu ainda estou em fase de descobertas com a fibromialgia! Agora por exemplo, já sei que são dois os fatores desencadeantes das minhas crises, um deles é o excesso de atividade física, e o outro é o estresse, este último me afeta mais e as sensações dolorosas são diferentes e muito piores. Tenho feito o possível para evitar situações estressantes, mas muitas vezes não depende só de mim. Acho que tenho muito o que aprender ainda!!!
Considera-se como estresse uma resposta temporária a uma situação de emergência, ou seja, a repercussão mental e física de situações que causam angústia, irritabilidade ou excitação. O estresse faz parte da vida, na medida em que está envolvido em seus diversos aspectos, tanto positivos como negativos, ou seja, desde ganhos, mudanças de ambiente, festas, disputas e encontros, até perdas, rotina com sobrecarga de trabalho e frustrações.
Após um estresse positivo, o indivíduo experimenta uma sensação de relaxamento, no entanto, após um estresse negativo o que surge é uma situação de alerta prolongado com diversas conseqüências negativas para o organismo.
Efeitos do estresse crônico sobre o organismo
Quando se está estressado, o aumento da tensão muscular acarreta dor e exacerbação dos sintomas da fibromialgia. A queda no desempenho físico e mental é fonte de grande frustração, estabelecendo-se, assim, um círculo vicioso que engloba a dor, a limitação física e aspectos emocionais, no qual cada um desses aspectos tende a agravar os demais.
Deve-se, antes de mais nada, reconhecer os sinais de estresse no próprio organismo, identificar as suas causas e tentar resolver o que for possível, aceitando o que não for possível de ser modificado. Com a tendência atual de se atribuir tudo a uma doença, nem sempre é fácil reconhecer as manifestações do estresse.
Identificando situações estressamtes
Na tentativa de se tentar determinar as situações mais estressantes o indivíduo deve elaborar um diário no qual conste o horário, tipo de atividade e as conseqüências físicas e emocionais a ela relacionadas.
O reconhecimento do estresse e suas conseqüências para o organismo
Dentre os efeitos deletérios do estresse sobre o organismo destacam-se: - Freqüentes dores de cabeça. - O indivíduo sente um aumento na tensão e dor na musculatura dos ombros e pescoço - Muitas vezes tende a cerrar os dentes com força enquanto dorme (bruxismo)
Distúrbios da digestão. - Queixas digestivas e perda do apetite podem surgir - Outras manifestações são gastrite, úlcera e diarréia
Manifestações emocionais - Ansiedade, tristeza, nervosismo, depressão, fadiga mental - Irritabilidade e incapacidade para relaxar - Dificuldade para tomar decisões e esquecimentos freqüentes - Dor no peito, boca seca, palpitações, mãos frias e tremores - Elevação da pressão arterial e outras conseqüências cardiovasculares
Distúrbio do sono. - A maior parte dos pacientes acorda com a sensação de não ter dormido à noite - Em alguns casos ocorre a insônia, em outros a sonolência excessiva - O fato de dormir mal à noite acarreta sonolência diurna - O sono superficial acarreta decréscimo da produtividade e alteração da memória
Outros aspectos a serem considerados. - Aumento no uso de álcool e medicações - Aumento no número de acidentes frutos da desatenção - A queda da imunidade favorecendo a instalação de uma série de doenças
Como lidar com o estresse
O controle do estresse na fibromialgia melhora as manifestações de dor e dos distúrbios do sono, na medida em que diminui o tônus muscular do alerta prolongado, reduz a freqüência cardíaca, a pressão arterial e poupa o desgaste emocional, reduzindo a fadiga.
Algumas opções para desenvolver mecanismos protetores contra as situações estressantes são:
- Ter um animal de estimação - Dedicar-se a um esporte - Tocar um instrumento musical - Cultivar o lado espiritual e o social - Interromper as atividades por uns trinta minutos quando se sentir angustiado e executar uma atividade prazerosa, como ouvir música ou fazer um ritual de relaxamento - Interromper situações de potencial agressividade, antes que estas se auto-potencializem.
Como evitar o estresse
Estabeleça metas realistas e tente cumpri-las. - Nada de se sobrecarregar ou superestimar as próprias capacidades - Inclua nas suas metas a atividade física e uma rotina saudável
Listar as metas de acordo com a prioridade. - Deixe para amanhã o que não se necessita fazer hoje - Questione sempre a necessidade ou utilidade de suas atribuições
Concidere prioritário o que lhe dá qualidade e sentido à vida
Não perca tempo. - Evite perder muito tempo no trânsito - Tente otimizar suas atividades, não se prendendo em detalhes
Evite sobrecarregar-se
- Antes de aceitar alguma coisa, considere o quanto de trabalho vai dar - Aprenda a dizer não sem sentir culpa
Nutra pensamentos positivos. - Evite situações nas quais predominam aspectos negativos, angústia ou muita cobrança - Mude a forma de ver as coisas, buscando sempre um valor ou aspecto positivo - Freqüente ambientes que estão de acordo com os seus valores
Técnica de relaxamento progressivo
- Assuma uma posição bem confortável, procurando respirar usando só a musculatura abdominal. Feche seus olhos gentilmente.
- Começando o exercício feche sua mão esquerda como se fosse dar um soco, aperte o máximo possível, procure ficar atento para a sensação de tensão procurando memorizá-la. Agora relaxe, deixe a mão confortavelmente apoiada na superfície em que está. Respire calmo(a) e tranqüilo(a), procurando perceber a diferença entre as duas sensações, a da contração e a do relaxamento. Repita este movimento.
- Agora, dobre o pulso esquerdo para cima, elevando a palma da mão, sem movimentar o braço, sinta a contração e procure memorizar esta sensação. Relaxe, deixe a mão apoiada na superfície em que está, procurando comparar e discernir a diferença entre as duas sensações. Respire calmo(a) e tranqüilo(a), use somente a musculatura abdominal. Repita.
- Dobre o pulso para baixo tentando alcançar com os dedos o braço. Contraia o máximo possível. Sinta a contração e em seguida relaxe comparando as duas sensações. Respire tranqüilamente. Repita.
- Dobre o cotovelo, sinta a contração nesta musculatura, memorize-a. Agora, relaxe, acomode o braço confortavelmente, procure senti-la como se não conseguisse movimentar. Respire calmamente, use somente a musculatura abdominal. Repita.
- Repita os mesmos movimentos com o braço direito.
- Agora, concentre sua atenção na sua perna esquerda. Estique o seu pé o máximo possível, levando a ponta do pé o mais distante do seu corpo. Sinta a contração, memorize esta sensação. Agora, solte, relaxe. Compare as duas sensações. Respire tranqüilamente, use apenas a musculatura abdominal. Repita.
- Dobre o pé, trazendo a ponta do pé em direção ao seu corpo. Contraia mais e mais, sinta a contração. Relaxe, compare essas sensações, procure memorizar a diferença entre elas. Respire calma e tranqüilamente. Repita.
- Eleve um pouco a coxa, a perna e o pé. Contraia essa musculatura para a manter elevada, preste atenção na contração. Agora, relaxe, apóie a coxa, a perna e o pé confortavelmente na superfície. Sinta toda a sua musculatura mais e mais relaxada, dando a impressão de não poder mover. Respire pausadamente. Use somente a musculatura abdominal, Repita.
- Repita os mesmos movimentos para a perna direita.
- Agora, contraia ambos os ombros, elevando-os como se fosse encostá-los na ponta das orelhas. Contraia, mais e mais. Relaxe, deixe os ombros apoiados de maneira confortável, sinta a diferença entre a sensação da contração e a do relaxamento. Respire tranqüilamente. Repita.
- Eleve a cabeça como se fosse alcançar com o queixo o peito. Sinta a contração, procure memorizar esta sensação. Agora, solte, relaxe, deixe a cabeça apoiada de forma bem confortável. Compare as duas sensações tentando memorizar a diferença entre elas. Respire pausadamente. Repita.
- Franza a testa e os olhos. Aperte, preste atenção nesta sensação. Agora, solte, relaxe sinta o rosto pesado, os olhos fechados gentilmente.
- Memorize as duas sensações. Respire somente com a musculatura abdominal. Repita.
- Aperte os dentes, os de baixo de encontro com os de cima. Sinta a tensão, e agora compare com a do relaxamento, soltando o seu rosto mais e mais. Respire calmamente. Repita.
- Nos próximos minutos, mantenha o seu corpo todo relaxado, confortavelmente apoiado na superfície em que está, respirando tranqüilamente, use apenas a musculatura abdominal, deixando o ar entrar e sair gentilmente. Finalizando o exercício, espreguice e abra os seus olhos.
As causas da fibromialgia vêm sendo investigadas com maior intensidade nos últimos anos. Até há algum tempo, pensava-se que a fibromialgia era apenas um componente psicológico que manifestava-se na forma de dor. Hoje, sabe-se que o componente psicológico, como o estresse e a capacidade de adaptação (resiliência) são fatores relacionados a fibromialgia, mas não são os únicos.
As pesquisas atuais apontam para um desequilíbrio na regulação da dor no sistema nervoso central como um dos fatores essenciais para o desencadeamento da fibromialgia.
É sabido que toda pessoa sente algum tipo de dor ou sensação incomum pelo menos uma vez por semana. Estas sensações provenientes de partes diversas do corpo são enviadas até o cérebro e são processadas a todo o momento.
De maneira simplificada, pode-se dizer que o cérebro desliga estes canais de dor que chegam até ele, se o processo doloroso for considerado inofensivo ao organismo. E assim a vida segue normalmente.
Na fibromialgia existe uma desrregulação nos neurotransmissores e neurorrecpetores relacionados a dor, que tornam-se aumentados e hiper-reativos, fazendo com que sinais que não seriam considerados dolorosos passem a ser. Este processo é conhecido como sensibilização central a dor.
Outros fatores estão associados ao processo de sensibilização a dor, e incluem:
- Distúrbios de sono, - Trauma ou lesões físicas em nervos e medula, - Infecções virais, - Anormalidades no sistema nervoso autônomo, - Lesões musculares e - Estresse psicológico.
Fatores de risco
1. Falta de condicionamento físico: o sedentarismo é apontado como o principal fator de risco. “Pouquíssimos atletas desenvolvem fibromialgia”, diz Jamil Natour, reumatologista da Unifesp.
2. Mudanças hormonais como incidência de fibromialgia são maiores em mulheres que estão entrando na menopausa: os pesquisadores suspeitam que as mudanças hormonais estejam entre os fatores que desencadeiam a doença.
3. Estresse e traumas emocionais: um acidente de carro pode estimular o aparecimento da doença.
4. Doenças infecciosas: há vários relatos de pacientes que desenvolveram fibromialgia depois de serem acometidos por doenças infecciosas.
5. Hereditariedade: filhos de fibromialgicos têm mais chances de desenvolver a doença, mas os pesquisadores não sabem se o fator de risco é o estilo de vida da família ou a genética.
Consequências
Apesar da fibromialgia não ser uma doença fatal, ou seja, que leve a morte, seus prejuízos são enormes. Ela poderá trazer sérias conseqüências ao portador.
No aspecto social, existe aumento das licenças médicas e prejuízos no trabalho.
A fibromialgia leva a uma deterioração do estado físico e psicológico, que pode desencadear outras doenças ou prejudicar o tratamento de doenças existentes.
Como a maioria necessita de administração de medicamentos muito fortes para a dor por longos períodos (anos, décadas - tais como: antiinflamatórios, analgésicos e até morfina ou os seus derivados (em casos mais graves), o fibromiálgico poderá ficar vulnerável a ter algum problema sério de saúde e vir a não perceber, ou perceber muito tarde. Se acaso o paciente com fibromialgia tiver por exemplo: pneumonia, apendicite, infecção urinária, úlcera, etc., estes problemas podem ser percebidos quando já estiverem em estado avançado, pois as medicações sabidamente tiram as dores iniciais destes acometimentos e elas também não permitem que a febre se manifeste tão facilmente. Assim, o portador de fibromialgia deve estar muito atento para que não passe a correr riscos por causa da necessidade do uso das medicações para dor por tempo muito prolongado.
Será melhor para o paciente que ele procure formas mais naturais, de maneira a evitar assim os riscos com sua saúde.