Ontem saí para resolver problemas burocráticos e precisei andar muito e bem depressa. Durante esta longa e rápida caminhada eu já estava sentindo dores nas pernas e no quadril e já me preparava para o sofrimento do dia seguinte.
Depois dessa correria, ainda precisei acompanhar uma pessoa em uma consulta médica, só que desta vez pude ir de carro.
Depois precisei dar uma forçosa passada no supermercado. Quando voltei para casa
A classe era a mais terrível da escola. A meninada simplesmente virava tudo do avesso, sob o comando do implacável Joãozinho. Irritado com seus alunos, o professor lança um desafio:
- Vocês são muito bons pra avacalhar a minha aula, mas vamos ver se têm também um pouco de auto-crítica. Eu sei que aqui tem alunos muito burros. Mas vocês se reconhecem como tal? Aquele que se julgar burro, faça o favor de ficar em pé. Todo mundo continua sentado, no mais completo silêncio. Alguns minutos depois, Joãozinho levanta-se, solenemente.
- Ah... - disse o professor, com um sorriso irônico nos lábios - Quer dizer que você se acha burro?
- Bem, pra dizer a verdade, não! - respondeu o Joãozinho - Mas fiquei com pena de ver o senhor aí, em pé, sozinho!
Infelizmente este ano não pude aproveitar a virada cultural que aconteceu aqui em São Paulo.
A única virada que pude fazer foi do sofá para a cama e da cama para o sofá!
Ano passado, apesar das dores que eu sentia, consegui ver três shows.
Desta vez, fiquei resfriada e precisei me poupar para poder fazer a prova que estava marcada para o domingo, do concurso no qual eu tinha me inscrito, não tivemos a menor chance de tentar ver alguma coisa.
Então vi a virada pela TV e achei que estava muito melhor que a anterior, mas esta não será a última e a próxima não me escapa.
Como eu já previa, não passei no concurso, mas isso não me deixou triste porque agora posso voltar a estudar que é uma coisa que eu queria muito fazer!
Se eu fosse trabalhar o dia todo e tendo mais a casa para cuidar, eu não conseguiria estudar porque seria uma carga pesada demais para mim e eu sei muito bem quais são os meus limites.
Se eu fosse trabalhar teria que abrir mão dos estudos pelo simples fato de que não quero me sobrecarregar para não correr o risco de sentir mais dor.
“Um ladrão rouba um tesouro, mas não furta a inteligência. Uma crise destrói uma herança, mas não uma profissão. Não importa se você não tem dinheiro, você é uma pessoa rica, pois possui o maior de todos os capitais: a sua inteligência. Invista nela. Estude!”
Augusto Cury
Augusto Jorge Cury é um psiquiatra, psicoterapeuta, escritor e cientista brasileiro. Nasceu em Colina, no interior de São Paulo em 2 de outubro de 1958.
Autor de vários livros de grande sucesso no Brasil, é um estudioso sobre as dinâmicas da emoção e da construção dos pensamentos.
Esta postagem é um pouco longa, mas tenho certeza que será muito útil para as pessoas que chegaram até aqui procurando por alguma solução para seus problemas.
Antes de receber o diagnóstico da síndrome da Fibromialgia eu estava com muito medo, muito confusa e preocupada.
Eu tinha muitos sintomas que aparentemente não tinham relação um com o outro, não tinha