O Blog


Sou portadora da Síndrome da fibromialgia desde 2004 com diagnóstico em 2008, sofri com os sintomas durante quatro anos sem saber do que se tratava. Decidi criar este blog para ser mais uma via de divulgação deste mal incapacitante e pouco conhecido, ainda em fase de pesquisas e descobertas.
A fibromialgia é considerada uma síndrome, por ter a característica de acarretar inúmeros sintomas sem correlação, o que a torna uma enfermidade de difícil diagnóstico, assim sendo desconhecida pela maioria das pessoas vitimadas.
A síndrome também afasta pessoas, causa exclusão, preconceito e é incompreendida por aqueles que não sentem as dores e o desconforto diário experimentados pelos fibromiálgicos.
Escrevendo encontrei um meio de desabafar e falar das minhas dificuldades, tentando incomodar menos os que convivem comigo.
Apesar de abordar um problema de saúde, o blog transmite muito do meu espírito alegre e um pouco da minha criatividade.
Juntamente com meus desabafos procuro transmitir informações que possam ser úteis e auxiliar pessoas como eu, fragilizadas pela doença e necessitadas de apoio.
Nós, os leitores e a criadora do blog, necessitamos de opiniões, depoimentos, críticas, sugestões e desabafos também.
Sinta-se em casa.
Faça um comentário, se assim desejar. Tão logo possível, deixarei uma resposta na mesma postagem, logo abaixo do seu comentário.
Espero que este blog lhe seja útil, que aprecie o que viu e que volte mais vezes.
Aproveite para recomendar aos seus amigos se considerar interessante.
O texto acima é de minha autoria.
Obrigada



8 comentários:

  1. Olá....amiga e companheira da FM... adicionei seu blogg no meu...
    É importante interagir...trocar opiniões...
    Espero sua visita também
    Até breve!!!

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  2. Olá, Luisa. Bem vinda!!! Quanto mais sabemos sobre a fibro, mais fácil fica para se lidar com ela. Seu blog já está em minha lista. Obrigada. Bjs

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  3. Olá Cristina...
    Um tanto atrasada, vim lhe retribuir a visita em meu blog...
    Ser portador de fibro é uma mal que não desejo ao meu pior inimigo...
    Parabéns pelo seu blog... Mega bjo

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    Respostas
    1. Olá, Guida.
      Que visita boa! Volte mais...
      Obrigada!
      Um mega bjo para vc também!

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  4. Olá!
    Adorei teu blog! Vou adicionar no meu...
    Se quiseres dar uma passadinha lá...

    http://fibrioedanca.blogspot.com.br/

    Abraços

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  5. Olá Cristina! meu nome é Cândida recebi o diagnóstico em 2007,aos 34 anos, pra mim foi tudo muito nove doloroso e assustador, pois nunca tinha ouvido falar sobre fibromialgia...passei por muitos médicos ortopedistas até que um deles me encaminhou para uma reumato e enquanto isso eu só piorava, o nível de estresse e insegurança só potencializava os sintomas. A reumato atendia em outra cidade na minha cidade não tinha o que dificulta muito, muito boa profissional, por sinal, me esclareceu sobre o que se passava comigo, falou uma linguagem que eu pudesse entender, aí sim nesse momento pudemos (eu e meu marido) começar entender o que estava acontecendo. Ela me sugeriu um acompanhamento psicológico, que me ajudou muito. Ajudou no processo de aceitação de uma nova realidade, me aceitar com tal enfermidade, aprender a lidar com ela, apreendendo primeiro a me conhecer, e possivelmente o que me levou a desenvolvê-la. Passei por muitos processos...Não me adaptei ás medicações pois entendo que ouvir a frase da corrente médica de “o tratamento da fibromialgia é a base de antidepressivo e analgésico” penso eu que cada pessoa reagirá de uma forma á doença/síndrome, eu particularmente me deprimia muito com tanta medicação, com seus efeitos colaterais muito mais do que com as dores, porque não conseguia trabalhar, estava nova no trabalho, e como sempre fui muito perfeccionista, me causava muito desconforto, sem falar que no trabalho nós não somos compreendidos, muitas vezes ouvimos piadinhas do tipo “ Tá com uma cara boa, bonita, nem parece que tá doente”... Engordei muito, tinha muita fadiga, não dormia, mesmo com a medicação, comecei a trocar o dia pela noite...Briguei muito, descordei muito, eu não me reconhecia e foi aí que abracei a análise e tomei as rédeas da minha vida...Acredito que ninguém acorde feliz com dor por todo o corpo e que um antidepressivo, um ansiolítico e várias medicações para dor não resolveriam o meu problema. Além disso descobriram um probleminha na ATM e mis tarde, bem mais tarde condromalacia patelar lateral dos dois joelhos, tardio, porque toda dor que nós sentimos para a grande maioria “dos médicos” é psicossomático. Bem, desde o final de 2011 eu não tomo mais nem antidepressivo, nem ansiolítico, tomo analgésico quando a dor é forte, no mais aprendi a lidar com a dor, lidar com minhas emoções e tensões, não ligar pra o que os outros acham, vou onde quero ir, fico o tempo que aguentar, respeito os meus limites, e o mais importante, dou prioridade ao que me faz BEM. Em julho de 2011, entrei na faculdade, ocupo o meu dia, minha cabeça (sempre arrumo um jeito), mas se meu corpo pede repouso, eu atendo. Tenho também uma família que me ajuda, que se informou sobre a fibro para que pudessem me entender e me ajudar, somos sensíveis mesmo, tudo é muito maior, tudo é mais intenso. Estou afastada do trabalho por conta do joelho, pois apesar de tudo que sofri não era o suficiente para me afastar, cheguei até a desmaiar na rua por duas vezes (imagine aí pra onde vai o emocional). Vivo a vida com tudo que ela tem pra me oferecer, não me pergunto mais “por que?” porque toda vez que me perguntava eu me respondia, “sempre fui tão feliz, amo minha família, meu marido, meus filhos, tão amante da vida, tão dinâmica, aí vem também Tão perfeccionista, tão perfeita, tão certinha... Agora quero ser somente “Eu”. Acertando errando, arriscando. Tenho fibro, e daí? Sou muito mais que um diagnóstico, e acredito que a medicina ainda avançará, pois conheço algumas pessoas e cada uma reage de uma forma, então não pra “tratar” todo mundo igual.

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    Respostas
    1. Olá, Candinha.
      Adorei seu depoimento!!! Principalmente pelo fato de que, a sua mudança de atitude perante as coisas, seja tão parecida com a minha.
      Hoje minha casa não é mais tão perfeita como antes, meus erros agora são mais facilmente perdoados por mim mesma, as conclusões que as outras pessoas tiram a meu respeito já não são tão importantes para mim, e assim como você, agora minha alegria e felicidade tem prioridade e minha satisfação tem lugar especial na minha vida.
      Muito obrigada por seu comentário e depoimento. Precisamos muito disso por aqui. Com eles vamos nos descobrindo, conhecendo e também aprendendo, para saber lidar melhor com nossas verdades e necessidades.
      Um grande beijo e tenha uma boa vida

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